Brasilia - DF - sábado, 21 de abril de 2018
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  Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Rm 8:37
 








Reflexão


Um testemunho.

Gratuitamente recebi e gratuitamente te dou.


Caro,
reconheço e sinto a necessidade de partilhar com todos os amigos (e você é um deles!)
o que aconteceu em minha família há exatamente dois anos.
Sempre fui uma pessoa muito questionadora. São questões de toda ordem: existencial,
acadêmica, profissional, familiar..., ou seja, muitas interrogações a serem respondidas. Porém,
as indagações que envolvem minha ligação com o Criador têm precedência sobre as demais
(acredito que seja assim com qualquer pessoa que crê em Deus) e buscava respostas em
religiões, fraternidades, associações, filosofias, livros, ciências e doutrinas. Essa diversidade de
pontos de vista acabava por aumentar ainda mais minhas perguntas. Mesmo assim, julgavame
uma pessoa ‘bem resolvida com os assuntos divinos’.
Tudo ia bem até que no dia 26 de maio de 2009, meu filho, então com 2 anos de idade,
uma criança alegre e cheia de saúde, deixou de andar e passou a se arrastar no chão de casa.
Na manhã quando isso aconteceu, minha esposa me telefonou (eu estava trabalhando) e disse
que poderia ser um artifício utilizado pelo menino para não ir à escola, mas que, se isso
continuasse no período vespertino, deveríamos levá-lo ao médico.
Passou o dia. Cheguei em casa, encontrei meu filho no colo da mãe e, todas as vezes
que tentava pô-lo de pé, ele caía e reclamava de dor nas pernas. Seguimos para a emergência
de um dos melhores hospitais da cidade. Cartão do plano de saúde à mão e expectativa de
que o plantonista iria passar um remédio eficaz contra aquela situação.
Examina daqui, examina dali, radiografias, exames de sangue cujos resultados saíam na
hora, mostra tudo ao doutor e ele diz:
– “Clinicamente, seu filho não tem nada”.
No dia seguinte, após chegar no serviço, telefonei para casa e minha esposa relatou que
o quadro anterior permanecia. Deste modo, procurei um dos participantes de um grupo de
estudo bíblico que se reúne diariamente no horário de almoço, por volta das 12h30, e pedi que
intercedessem pelo meu filho. Recebi o convite para também participar da reunião.
No horário marcado, lá estava eu. Coração apertado e nó na garganta. Durante as
orações não parava de chorar e uma frase permanecia em minha mente: “Quem tem ouvidos,
ouça!”. Parecia que eu ia explodir se não extravasasse aquilo tudo em lágrimas.
No final da reunião, que não dura mais do que 20 minutos, fui convocado para a
exposição do meu pedido e, após fazê-lo, vieram as perguntas que causaram a tranformação
da minha vida, pois, pela Graça de Deus, respondi SIM a todas. Foram elas: “Você crê que
Jesus Cristo pode curar o seu filho?”; “Você crê que Deus O ressuscitou dentre os mortos e
que Ele vive à direita do Altíssimo?”; “Você aceita Jesus Cristo como seu Salvador e Senhor da
sua vida?”.
Amigo, é algo inexplicável! Eu que buscava respostas em diversas fontes, achei-as
todas em Cristo. Cheguei em casa neste dia e adivinhe o que aconteceu?
Meu filho permanecia se arrastando pelo chão!
Ué!?! Mas não era para ele estar curado???
Do restante daquele dia até o final da manhã do dia seguinte, fui tentado a negar que
meu filho não estava curado porque não o via andando, correndo. Lembro-me que ao sair
daquela reunião alguém me perguntou se meu menino tinha melhorado e eu respondi que ele
estava curado. Aquela pessoa então comentou: “Ah, ele já está andando!”. Não, disse eu, mas
ele está curado porque tenho fé que Jesus Cristo fez isso por ele.
Pois bem, no meio da manhã do dia 27, enquanto trabalhava, telefonei para saber como
meu filho estava e, novamente, minha esposa respondeu que ele não andava. Disse a ela para
ter fé, para crer no verso em que o próprio Cristo afirma: “tudo quanto pedirdes a meu Pai, em
meu nome, Ele vo-lo há de dar” (João 16:23). Assim, com base nessa assertiva, já não tinha
mais ansiedade e esperava apenas a concretização daquilo que era certo de acontecer.
Às 11h00, enquanto conversava com aquele amigo, isso, aquele mesmo que me
convidou para a reunião no horário de almoço, sobre a diferença entre o tempo de Deus e o
tempo dos homens, meu celular tocou. Era minha esposa. Disse que meu filho queria falar uma
coisa importante comigo. Ao passar o telefone para ele, ele gritou:
– “Papai, papai! Eu estou andando!”.
Hoje, sempre que meu filho sente alguma dor, ele me pede para fazer oração ao “Papai
do Céu”. Veja a semente da fé brotando do coração de uma criança! E isso, amigo, posso
assegurar, não há maior satisfação para um pai. É maior que todo o ensinamento escolar,
social... que eu e minha esposa poderíamos passar ao nosso menino no decorrer de nossas
vidas. Aqui, um ponto importante: quando o pergunto qual o nome do Papai do Céu, ele
responde que Seu nome é Jesus! Eu o ensinei para que ele soubesse em nome de quem pedir
(consulte novamente o verso acima – João 16:23).
Amigo, há muitas outras experiências extraordinárias que aconteceram comigo e com
minha família nestes últimos anos. Ah, Deus me conceda a oportunidade de relatá-las pelo
menos àqueles que conheço!
Considere essa minha carta como uma semente. Assim, rogo ao Espírito Santo de Deus
que esta pequena semente caia em terra fértil e dê bons frutos.
Que a Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo seja contigo e toda tua família!

Grande abraço.

Fabiano Costa de Almeida

 

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